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Sofá colorido na sala de estar: 7 maneiras de apostar na peça

Procurando um sofá colorido, mas está com receio de não conseguir combinar a peça? Diferente do que muitos podem pensar, o item é versátil e resulta em ambientes de diferentes estilos, mas cheios de personalidade. Confira abaixo 7 maneiras de apostar no sofá colorido na sala de estar:

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Bold

 

Sofá colorido na sala de estar: 7 maneiras de apostar na peça (Foto: Divulgação)
Sofá colorido na sala de estar: 7 maneiras de apostar na peça (Foto: Divulgação)

 

Sofá colorido na sala de estar: 7 maneiras de apostar na peça (Foto: Divulgação)

 

Se a ideia é investir em um sofá colorido bem ornamental, com estofado de texturas marcantes, como o veludo, uma possibilidade de decoração é mergulhar de cabeça nas referências bold, sem medo. A explosão de cores, do chão ao teto, trazem uma atmosfera elegante e com personalidade. Aposte em objetos com revestimentos dourados ou prateados para complementar.

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Colorido
Sofá colorido na sala de estar: 7 maneiras de apostar na peça (Foto: Divulgação)

 

Sofá colorido na sala de estar: 7 maneiras de apostar na peça (Foto: Divulgação)

 

Como a sala de estar, muitas vezes, possui mais de uma peça estofada, não tenha medo de investir em mais de uma cor. Estes dois exemplos mostram como as combinações clássicas (azul e rosa; azul e coral) funcionam muito bem no ambiente. Invista em modelos com linhas simples e traga o verde para dentro de casa. O resultado é atual e acolhedor.

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Peça única
Sofá colorido na sala de estar: 7 maneiras de apostar na peça (Foto: Divulgação)

 

Sofá colorido na sala de estar: 7 maneiras de apostar na peça (Foto: Divulgação)

 

Caso a ideia não seja mergulhar de cabeça nas referências mais dramáticas, você pode optar por apenas um sofá colorido na decoração minimalista. Assim, a peça se destaca naturalmente na sala de estar.

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Contemporâneo
Sofá colorido na sala de estar: 7 maneiras de apostar na peça (Foto: Divulgação)

 

Sofá colorido na sala de estar: 7 maneiras de apostar na peça (Foto: Divulgação)

 

Se a ideia da decoração também inclui grafismos nas paredes ou obras de arte em destaque, procure manter a cor do sofá na mesma cartela de cor do resto da sala, para não transformar algo contemporâneo em uma confusão mental. Note como o rosa é em um tom mais esmaecido para não fugir da proposta azulada; ou como o tom terroso amadurece a sala decorada com amarelo, azul e rosa.

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Monocromático
Sofá colorido na sala de estar: 7 maneiras de apostar na peça (Foto: Divulgação)

 

Sofá colorido na sala de estar: 7 maneiras de apostar na peça (Foto: Divulgação)

 

Sofá colorido na sala de estar: 7 maneiras de apostar na peça (Foto: Divulgação)

 

Impacto é sinônimo para uma decoração monocromática. Porém, para não deixar tudo chapado visualmente, como mostram as inspirações, opte por uma textura no estofado ou detalhes que destaquem a peça da parede - como o pé do sofá azul, em dourado; ou a almofada rosa no mar de verdes.

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Na paleta
Sofá colorido na sala de estar: 7 maneiras de apostar na peça (Foto: Divulgação)

 

Sofá colorido na sala de estar: 7 maneiras de apostar na peça (Foto: Divulgação)

 

Sofá colorido na sala de estar: 7 maneiras de apostar na peça (Foto: Divulgação)

 

Outra maneira interessante de brincar com as cores, sem deixar tudo exatamente na mesma tonalidade, é investir em uma sala de estar toda dentro de uma paleta específica: como os tons de rosa, os de verde ou os de azul. Esse balanço pode deixar a decoração mais leve, se for a intenção, e com uma estética bem similar às propostas das casas dos millennials.

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Ousado
Sofá colorido na sala de estar: 7 maneiras de apostar na peça (Foto: Divulgação)

 

Sofá colorido na sala de estar: 7 maneiras de apostar na peça (Foto: Divulgação)

 

Agora se a ideia é causar mesmo, o laranja vivo pode ser uma opção incrível para o estar. O sofá se destaca no fundo azulado, mas também conversa com os elementos dourados, prateados, acinzentados e com as grafias.


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Escritório do fotógrafo Kiolo aposta em mix de materiais para um décor cosmopolita

Escritório do fotógrafo Kiolo aposta em mix de materiais para um décor cosmopolita (Foto: Mariana Orsi)

Se você acompanha o site da Casa Vogue, provavelmente já viu um clique de Lucas Ferraz em algum dos projetos publicados por aqui. Conhecido como Kiolo, o fotógrafo baiano tem se destacado no cenário da fotografia contemporânea. Tendo cada vez mais trabalhos e clientes, precisou transferir seu antigo escritório, que ficava em casa, para um local mais profissional, sem perder a atmosfera aconchegante, onde ele pudesse receber as pessoas com conforto.

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Escritório do fotógrafo Kiolo aposta em mix de materiais para um décor cosmopolita (Foto: Mariana Orsi)

O projeto do novo espaço de trabalho, que fica em Salvador, Bahia, – onde Kiolo mora –, tem assinatura do escritório GAM ARQUITETOS. Os profissionais precisaram otimizar os 30 m² e criaram, logo na entrada, um lounge de recepção com copa e mesa de produção da equipe.

Escritório do fotógrafo Kiolo aposta em mix de materiais para um décor cosmopolita (Foto: Mariana Orsi)

Aos fundos, uma sala mais reservada permite que Kiolo trabalhe com privacidade, receba clientes e faça reuniões. Este ambiente foi todo pintado de azul, criando uma espécie de caixa que também serve para disfarçar um armário que funciona como depósito de materiais de limpeza. Na mesma marcenaria, nichos abriram espaço para um bar e objetos decorativos.

Escritório do fotógrafo Kiolo aposta em mix de materiais para um décor cosmopolita (Foto: Mariana Orsi)

Essa área é isolada por meio de portas de correr de vidro com um truque muito interessante: divididos em três partes, os vidros inferiores e superiores são incolores, para ajudar na sensação de continuidade; no meio, uma opção canelada garante a privacidade.

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Escritório do fotógrafo Kiolo aposta em mix de materiais para um décor cosmopolita (Foto: Mariana Orsi)

Como a copa fica exposta, os arquitetos também projetaram uma estante de vergalhões e madeira e preencheram o móvel com livros e objetos de coleções do fotógrafo – uma das premissas do projeto era que o estilo de vida ligado à arte e às viagens estivesse presente na decoração cosmopolita do espaço.

Escritório do fotógrafo Kiolo aposta em mix de materiais para um décor cosmopolita (Foto: Mariana Orsi)

Além de peças desenhadas pelo próprio escritório, como a estante da copa e a mesa da sala íntima com estrutura em aço pintado de preto e tampo em mármore Nero Marquina, há peças assinadas como o banco da entrada e cadeiras caramelo do designer Gustavo Bittencourt.

Escritório do fotógrafo Kiolo aposta em mix de materiais para um décor cosmopolita (Foto: Mariana Orsi)

O lavabo é todo revestido de cimento queimado cinza. As louças e metais pretos e a cuba esculpida em granito preto serrado compõem o ambiente com harmonia e estilo.

Escritório do fotógrafo Kiolo aposta em mix de materiais para um décor cosmopolita (Foto: Mariana Orsi)
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Escritório do fotógrafo Kiolo aposta em mix de materiais para um décor cosmopolita (Foto: Mariana Orsi)

 

 

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Reconstruindo a cidadania: o surpreendente caso do Jardim Colombo

Reconstruindo a cidadania: o surpreendente caso do Jardim Colombo (Foto: Divulgação)

 

O Jardim Colombo é um bairro que forma parte do complexo de Paraisópolis, em São Paulo. É uma área densamente ocupada, onde moradias com menos de 20 metros quadrados não são incomuns e muitas construções alcançam mais de quatro pavimentos. O bairro, hoje, tem cerca de 15 mil moradores, mas quase nenhum deles tem propriedade formal sobre a sua casa, nem mesmo aqueles que vivem lá desde a década de 1970, quando começou a ocupação.

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O Arq.Futuro tem apoiado os moradores do Jardim Colombo em um projeto de transformação territorial chamado Parque Fazendinha. Trata-se de converter em local de lazer uma área desocupada do bairro que, há cerca de 15 anos, vinha sendo usada como ponto de descarte de entulho e resíduos domésticos pela população.

Reconstruindo a cidadania: o surpreendente caso do Jardim Colombo (Foto: Divulgação)

 

Reconstruindo a cidadania: o surpreendente caso do Jardim Colombo (Foto: Divulgação)

 

Os primeiros mutirões de limpeza foram realizados em dezembro de 2017, e em julho de 2018 ocorreu o primeiro festival de arte e cultura da comunidade neste terreno, com shows, oficinas e apresentações. Desde então, diversas outras atividades têm sido realizadas ali, e a área está gradativamente sendo preparada pela comunidade para se tornar um local limpo e seguro para o convívio.

Mobilização comunitária

 

 

Reconstruindo a cidadania: o surpreendente caso do Jardim Colombo (Foto: Divulgação)

 

O mais importante nesse processo tem sido a mobilização e a conscientização da comunidade. Os moradores estão deixando de jogar seu lixo e entulho no local, e as lideranças dialogam com os serviços públicos para solucionar as deficiências na varrição e na coleta de resíduos do bairro, onde a coleta porta-a-porta não é possível porque as ruas são demasiado estreitas para os caminhões.

A remoção do lixo que estava no terreno deu destaque para as árvores do local, enquanto oficinas de horta comunitária têm resgatado o interesse dos moradores pela preservação do meio ambiente. A organização das partes mais planas do terreno em terraços e a instalação de bancos feitos com pallets reaproveitados foi o suficiente para gerar o uso espontâneo do espaço pelos moradores do bairro.

Sonhando com um uso melhor dos espaços públicos
Reconstruindo a cidadania: o surpreendente caso do Jardim Colombo (Foto: Divulgação)
Reconstruindo a cidadania: o surpreendente caso do Jardim Colombo (Foto: Divulgação)

 

Numa das atividades realizadas, as crianças foram convidadas a desenhar o que gostariam de ver no Parque Fazendinha no futuro. Sua visão de um espaço qualificado num lugar que ainda tem feições de um lixão nos enche de esperança. Podemos usar isso como uma referência de como o imaginário que temos dos nossos espaços públicos e das nossas cidades é muito diferente da realidade, resultado do descaso e da falta de cuidado.

Além do engajamento dos moradores, foi montado um programa de voluntariado aberto, que hoje conta com mais de uma dezena de apoiadores externos participando ativamente do planejamento de atividades e angariação de fundos, sempre em conjunto com as lideranças e voluntários da própria comunidade.

A partir deste pequeno e simbólico projeto numa comunidade carente, vemos a prova cabal de que conscientização e ativismo comunitário são componentes fundamentais da vida contemporânea em espaços urbanos. O engajamento cívico, resgatando Jane Jacobs, é o elemento de ligação para a formação do pacto social que define não apenas a cidade em que queremos viver mas, e principalmente, a sociedade que queremos ser.

*O Arq.Futuro é uma plataforma e think tank de discussão sobre cidades. Desde 2011, trazemos ao público brasileiro o melhor da produção e do pensamento em arquitetura e urbanismo na forma de palestras, seminários, vídeos, entrevistas, artigos, cursos e livros.